Não entendo como alguém pode se incomodar tanto com a morte. Afinal, é a única coisa certa da vida) (permitam-me usar esse clichê).
As pessoas agem estranho quando alguém morre:
Quando uma notícia no jornal que uma criança morreu, a maioria das pessoas se emocionam, icam imaginando a dor da mãe, ficam colocando o "se" em cada frase.
Quando alguém que elas conhecem, morre na idade jovem-adulto, acham triste, mas logo se conformam.
Quando é alguém velho, elas simplesmente aceitam, porque acreditam que o idoso já viveu tudo que tinah para viver na vida.
Eu penso diferente, e desde já peço licença para ser crua:
As crianças, nada tiveram para lamentar, não tiveram que ouvir coisas que não esperavam ouvir, não tiveram que crescer vendo coisas desprezíveis, nem tiveram que perder a inocênca dos sentimentos, por enfrentar a vida. Felizes elas!
Eu tenho mais piedade das pessoas velhas. Viveram de tudo ou foram obrigados a viver aquilo que nem queria. Experimentaram de tudo, pelo menos do mais importante: alegria, dor, mágoas. Alguns experimentaram o sofrimento muito cedo, outros, tarde demais para saber lidar com ele.
Quantas pessoas velhas foram tão sofridas na vida? Desde cedo, elas se acostumaram a cumprirem sua obrigação de casar e ter filhos, mesmo que fosse fora da época que desejaram.
Sempre vejo senhoras com olhares tão tristes, e senhores com cara do abandono, e outros com cara do conformismo, que para mim é uma das piores sensações que alguém pode ter.
Quantos deles não sofreram, não choraram, tiverma tantas decepções que nem doia mais quando algum novo sofrimento surgia? Quantos deles não enfrentaram o medo, a ira de alguém, a zombaria, o desprezo, e enfim o abandono?
Quantos deles nçao tiveram que envelhecer com a consciência os acusando de seus próprios pecados?
Quantos foram abandonados pelos filhos e quantos filhos eles abandonaram?
O maior consolo para eles no momento seria mesmo a morte: descanso de corpo, descanso de mente, descanso de alma!
Então porque temer tanto a morte?
Olhando por esse lado, a vida parece ser tão mais assustadora.
As pessoas agem estranho quando alguém morre:
Quando uma notícia no jornal que uma criança morreu, a maioria das pessoas se emocionam, icam imaginando a dor da mãe, ficam colocando o "se" em cada frase.
Quando alguém que elas conhecem, morre na idade jovem-adulto, acham triste, mas logo se conformam.
Quando é alguém velho, elas simplesmente aceitam, porque acreditam que o idoso já viveu tudo que tinah para viver na vida.
Eu penso diferente, e desde já peço licença para ser crua:
As crianças, nada tiveram para lamentar, não tiveram que ouvir coisas que não esperavam ouvir, não tiveram que crescer vendo coisas desprezíveis, nem tiveram que perder a inocênca dos sentimentos, por enfrentar a vida. Felizes elas!
Eu tenho mais piedade das pessoas velhas. Viveram de tudo ou foram obrigados a viver aquilo que nem queria. Experimentaram de tudo, pelo menos do mais importante: alegria, dor, mágoas. Alguns experimentaram o sofrimento muito cedo, outros, tarde demais para saber lidar com ele.
Quantas pessoas velhas foram tão sofridas na vida? Desde cedo, elas se acostumaram a cumprirem sua obrigação de casar e ter filhos, mesmo que fosse fora da época que desejaram.
Sempre vejo senhoras com olhares tão tristes, e senhores com cara do abandono, e outros com cara do conformismo, que para mim é uma das piores sensações que alguém pode ter.
Quantos deles não sofreram, não choraram, tiverma tantas decepções que nem doia mais quando algum novo sofrimento surgia? Quantos deles não enfrentaram o medo, a ira de alguém, a zombaria, o desprezo, e enfim o abandono?
Quantos deles nçao tiveram que envelhecer com a consciência os acusando de seus próprios pecados?
Quantos foram abandonados pelos filhos e quantos filhos eles abandonaram?
O maior consolo para eles no momento seria mesmo a morte: descanso de corpo, descanso de mente, descanso de alma!
Então porque temer tanto a morte?
Olhando por esse lado, a vida parece ser tão mais assustadora.
Trecho de música para refletir:
"Well everybody hurts
Everybody cries
Everybody hurts, sometimes" R.E.M